sábado, 14 de agosto de 2010

Manifesto do Turbodinamismo


1. Turbodinamismo – lê-se no “manifesto” da nova corrente artística lançada pela CasaPound – é exaltar o gesto gratuito, violento e descabido, com reverência e atenção ao bem vestir.

2. A arte morreu num tempo imemorial, revive apenas no imediato da acção arrojada e arriscada e confina a sua fruição apenas ao vangloriar-se depois com os amigos no pub.

3. Aos que perguntam que trabalho faz o batedor respondemos secamente que distribui virtude nas décadas de apnéia do bulismo de fachada.

4. Confinar a arte em lugares e eventos santifica a sua prisão, nós organizaremos evasões espectaculares com aquele fazer típico do canalha dos anos 20.

5. Os bons da arte, os batoteiros, os institucionais, estes malfeitores saquearam cada espírito feroz e cada Ύβρις, e nós voltámos para retomar tudo.

6. Contra a ânsia de air-bag das vossas paredes embutidas – continua, nós exaltamos as suturas e a ortopedia, a urgência e o maxilo-facial, pois são precisas fracturas para namorar com as enfermeiras.

7. Estamos cansados de ouvir cantar as vítimas e os abjectos, de ver glorificar profecias desérticas: reivindicamos aquele certo estilo necessário para atear um incêndio.

8. Aos anestésicos do politicamente correcto anunciamos que reduziremos sistematicamente em pedaços tudo, apenas pelo gosto de o fazer. Estamos conscientes que responder em cada ocasião “porque faz rir” a quem nos pergunta a razão de tamanha intolerância, não faz mais que engordar a nossa aura de torpeza, todavia faz rir.

9. A nossa tendência ao absoluto é fluidificada cada vez pelo gosto da irrupção, no imobilismo imperante ditamos a lei do mercúrio. Mas o facto de odiar praticamente todos não nos torna incapazes de cortejar uma mulher oferecendo-lhe rosas vermelhas.

10. O Turbodinamismo celebra a vida, com o paradoxo da destruição, celebra a carne e a aceitação titânica, disfarçando no sorriso a pulsão trágica e a metafísica da guerra. Degustaremos um bom whisky enquanto tudo arde, estabelecemos que o futuro nos pertence.

sábado, 7 de agosto de 2010

Testamento de Robert Mathews


Quanto mais forte o amor ao meu povo crescia, mais profundo meu ódio por aqueles que querem destruir minha raça, minha herança e escurecer o futuro de meus filhos.

Na época em que meu filho nasceu, eu percebi que a América Branca, de fato, minha raça inteira, estava destinada ao esquecimento há não ser que homens Brancos mudassem a situação. Quanto mais eu amava meu filho, mais eu percebia que se as coisas não mudassem radicalmente, pelo tempo em que ele tivesse a minha idade, ele seria um estranho em sua própria terra, um Ariano loiro de olhos azuis em um país povoado principalmente por mexicanos, mulatos, negros e asiáticos. Seu futuro estava ficando mais escuro a cada dia.

Eu percebi que não era por acidente, mas que há um grupo estrangeiro pequeno e coesivo dentro dessa nação trabalhando dia e noite para que isso aconteça. Eu aprendi que esses destruidores de cultura possuem uma força de ferro em ambos os partidos políticos, no congresso, na mídia, nas editoras e na maioria das denominações cristãs nessa nação, apesar desses estrangeiros seguirem uma religião que é diametricamente oposta ao Cristianismo...

Assim, eu não tenho escolha. Eu devo me erguer como um Homem Branco e lutar. Uma guerra secreta começou no ano passado entre o regime de Washington e um grupo sempre crescendo de Brancos determinados a recuperar o que seus antepassados descobriram, exploraram, conquistaram, construíram e morreram por.

O FBI tem conseguido manter essa guerra secreta apenas porque até agora não havíamos visto nada alem de seu crescimento e preparação. O governo, no entanto, parece determinado em forçar a questão, então não temos nenhuma escolha a não ser ficar e contra-atacar. Salve a vitória!...

Eu não tenho nenhum arrependimento ou desculpas para fazer por Gary ou por mim. Na verdade, eu tenho orgulho de termos a coragem e a determinação de lutar por nossa raça e nossa herança em um período da história em que tal ação é chamada de crime, e não um ato de valor. Aproximadamente nove meses atrás, o FBI foi a minha casa quando eu não estava e ameaçou meu filho de dois anos de idade. Aquilo foi um grande erro da parte deles. Depois do tiroteio em Portland, eles foram a minha casa e ameaçaram minha mãe de sessenta e três anos. Que homens corajosos eles são! Eu não irei me esconder, ao invés, pressionarei o FBI e lhes deixarem saber o que é ser a caça. Ao fazer isso, é apenas lógico imaginar que meus dias nesse planeta estão rapidamente chegando ao fim. E mesmo assim, eu não tenho medo. Porque a realidade da minha vida é a morte, e o pior que o inimigo pode fazer a mim é diminuir meu tempo em dever nesse mundo.

Eu irei sabendo que eu cometi o último sacrifício para assegurar o futuro para meus filhos.

Como sempre, por sangue, solo, honra, por fé e por raça.

Robert Jay Matthews

White Power