sábado, 14 de agosto de 2010

Manifesto do Turbodinamismo


1. Turbodinamismo – lê-se no “manifesto” da nova corrente artística lançada pela CasaPound – é exaltar o gesto gratuito, violento e descabido, com reverência e atenção ao bem vestir.

2. A arte morreu num tempo imemorial, revive apenas no imediato da acção arrojada e arriscada e confina a sua fruição apenas ao vangloriar-se depois com os amigos no pub.

3. Aos que perguntam que trabalho faz o batedor respondemos secamente que distribui virtude nas décadas de apnéia do bulismo de fachada.

4. Confinar a arte em lugares e eventos santifica a sua prisão, nós organizaremos evasões espectaculares com aquele fazer típico do canalha dos anos 20.

5. Os bons da arte, os batoteiros, os institucionais, estes malfeitores saquearam cada espírito feroz e cada Ύβρις, e nós voltámos para retomar tudo.

6. Contra a ânsia de air-bag das vossas paredes embutidas – continua, nós exaltamos as suturas e a ortopedia, a urgência e o maxilo-facial, pois são precisas fracturas para namorar com as enfermeiras.

7. Estamos cansados de ouvir cantar as vítimas e os abjectos, de ver glorificar profecias desérticas: reivindicamos aquele certo estilo necessário para atear um incêndio.

8. Aos anestésicos do politicamente correcto anunciamos que reduziremos sistematicamente em pedaços tudo, apenas pelo gosto de o fazer. Estamos conscientes que responder em cada ocasião “porque faz rir” a quem nos pergunta a razão de tamanha intolerância, não faz mais que engordar a nossa aura de torpeza, todavia faz rir.

9. A nossa tendência ao absoluto é fluidificada cada vez pelo gosto da irrupção, no imobilismo imperante ditamos a lei do mercúrio. Mas o facto de odiar praticamente todos não nos torna incapazes de cortejar uma mulher oferecendo-lhe rosas vermelhas.

10. O Turbodinamismo celebra a vida, com o paradoxo da destruição, celebra a carne e a aceitação titânica, disfarçando no sorriso a pulsão trágica e a metafísica da guerra. Degustaremos um bom whisky enquanto tudo arde, estabelecemos que o futuro nos pertence.

sábado, 7 de agosto de 2010

Testamento de Robert Mathews


Quanto mais forte o amor ao meu povo crescia, mais profundo meu ódio por aqueles que querem destruir minha raça, minha herança e escurecer o futuro de meus filhos.

Na época em que meu filho nasceu, eu percebi que a América Branca, de fato, minha raça inteira, estava destinada ao esquecimento há não ser que homens Brancos mudassem a situação. Quanto mais eu amava meu filho, mais eu percebia que se as coisas não mudassem radicalmente, pelo tempo em que ele tivesse a minha idade, ele seria um estranho em sua própria terra, um Ariano loiro de olhos azuis em um país povoado principalmente por mexicanos, mulatos, negros e asiáticos. Seu futuro estava ficando mais escuro a cada dia.

Eu percebi que não era por acidente, mas que há um grupo estrangeiro pequeno e coesivo dentro dessa nação trabalhando dia e noite para que isso aconteça. Eu aprendi que esses destruidores de cultura possuem uma força de ferro em ambos os partidos políticos, no congresso, na mídia, nas editoras e na maioria das denominações cristãs nessa nação, apesar desses estrangeiros seguirem uma religião que é diametricamente oposta ao Cristianismo...

Assim, eu não tenho escolha. Eu devo me erguer como um Homem Branco e lutar. Uma guerra secreta começou no ano passado entre o regime de Washington e um grupo sempre crescendo de Brancos determinados a recuperar o que seus antepassados descobriram, exploraram, conquistaram, construíram e morreram por.

O FBI tem conseguido manter essa guerra secreta apenas porque até agora não havíamos visto nada alem de seu crescimento e preparação. O governo, no entanto, parece determinado em forçar a questão, então não temos nenhuma escolha a não ser ficar e contra-atacar. Salve a vitória!...

Eu não tenho nenhum arrependimento ou desculpas para fazer por Gary ou por mim. Na verdade, eu tenho orgulho de termos a coragem e a determinação de lutar por nossa raça e nossa herança em um período da história em que tal ação é chamada de crime, e não um ato de valor. Aproximadamente nove meses atrás, o FBI foi a minha casa quando eu não estava e ameaçou meu filho de dois anos de idade. Aquilo foi um grande erro da parte deles. Depois do tiroteio em Portland, eles foram a minha casa e ameaçaram minha mãe de sessenta e três anos. Que homens corajosos eles são! Eu não irei me esconder, ao invés, pressionarei o FBI e lhes deixarem saber o que é ser a caça. Ao fazer isso, é apenas lógico imaginar que meus dias nesse planeta estão rapidamente chegando ao fim. E mesmo assim, eu não tenho medo. Porque a realidade da minha vida é a morte, e o pior que o inimigo pode fazer a mim é diminuir meu tempo em dever nesse mundo.

Eu irei sabendo que eu cometi o último sacrifício para assegurar o futuro para meus filhos.

Como sempre, por sangue, solo, honra, por fé e por raça.

Robert Jay Matthews

White Power

terça-feira, 29 de junho de 2010

Robert Mathews & The Order

Robert Jay Mathews
(16 de Janeiro, 1953 - 8 de Dezembro, 1984)

"Bob nunca abaixou suas armas. Em 8 de dezembro, eles queimaram a casa em cima dele. É isso que fica em minha mente sobre Bob -- ele era de verdade. Ele foi até o fim"
- Randy Duey

Os Primeiros Anos

Mathews nasceu em Marfa, Texas, o mais novo de três meninos, seus pais eram Johnny Una Mathews. Seu pai, de ascendência escocesa, era o prefeito da cidade e presidente da Câmara de comércio, um homem de negócios e líder da igreja Metodista local.

Sua família se mudou para Phoenix, Arizona, quando ele tinha cinco anos de idade. Um estudante mediano na escola, ele era interessado em História e política. Aos onze anos, ele se filiou à anti-Comunista John Birch Society (NdT: Uma sociedade ultra-reacionária que impedia seus membros de lerem determinados 'livros subversivos' - sobre a questão Judaica. Metzger e Ben Klassen também eram ex-membros). Ainda no colegial, ele foi batizado como mórmon. Ele era um anti-Comunista radical e era ativo nos Jovens Republicanos. Mathews rejeitava a idéia de ir á faculdade, as chamando de 'ninho de comunistas.'

O Início da The Order

Mathews começou a ler sobre História e política. Um livro em particular, Which Way, Western Man?, de William Gayley Simpson, o afetou profundamente. Mathews concordou com os perigos frente à Raça Branca e, em 1982, começou a se esforçar em trazer famílias Brancas para o Noroeste Pacífico, aonde ele chamava de Fortificação Branca Americana. Ele visitou a Aryan Nations, de Richard Butler, algumas vezes e começou a formar um círculo de amigos que possuíam crenças similares.

Em 1983, Mathews fez um pequeno discurso em uma convenção da National Alliance, que era um relatório sobre suas tentativas pela Fortificação Branca e um chamado à ação. Recebeu os únicos aplausos de pé da convenção.

No fim de setembro do mesmo ano, nos quartéis que havia construído em sua propriedade em Metaline, Mathews fundou (com mais oito homens) o grupo que veio a ser conhecido como The Order, que ele chamava de Irmandade Silenciosa. Eles incluíram seu amigo e vizinho, Ken Loff e um grupo da Aryan Nations: Dan Bauer, Randy Duey, Denver Parmenter, Bruce Pierce e David Lane. Richard Kemp e Bill Soderquist foram recrutados da National Alliance. Nenhum jamais havia cometido um crime violento antes ou passado qualquer tempo preso.

A primeira ordem dos negócios, de acordo com o plano de Mathews, era obter dinheiro para financiar atividade criminosa e terrorista em nome do separatismo branco, e eles cometeram seu primeiro roubo, de US$369,10. Eles concordaram que os riscos que haviam tomado não valiam a pena, então voltaram sua atenção a roubar carros fortes e falsificação. Eles imprimiram algumas notas de 50 dólares falsas e Bruce Pierce, com vinte e oito anos, foi rapidamente preso por passá-las.

Para pagar a fiança de Pierce, Mathews, agindo sozinho, roubou um bando a norte de Seattle. Ele roubou quase US$26.000. Alguns dos membros, juntos com Gary Yarbororugh, fizeram mais roubos, que se somaram a mais de 43.000. Um outro roubo em seguida arrecadou centenas de milhares de dólares. Outro recruta, Tom Martinez, foi pego e acusado de falsificar dinheiro. Então, em Julho, 1984, eles finalmente usaram uma dúzia de homens para roubar $3.800.000

É alegado que o grupo distribuiu parte do dinheiro roubado para outras organizações Racistas.

O Fim da The Order

Mathews e outros membros da The Order foram eventualmente traídos por Martinez, que sofreu pressão depois de sua prisão por falsificação. Depois de revelar informações sobre as atividades de Mathews ao F.B.I., Mathews foi cercado em uma pequena cabine a sul de Couperville, Washington, na Ilha de Whidbey, por mais de 500 agentes, em 8 de dezembro de 1984. Mathews se recusou a sair depois de longos tiroteios. O FBI então incendiou a cabine, incinerando Robert Mathews à sua morte.

Eventualmente, mais de 75 pessoas, em oito julgamentos, foram condenados de crimes conectados com a The Order. As acusações variaram de golpes, conspiração, falsificação, transporte de dinheiro roubado e roubo a carro forte.

Excelente vídeo sobre Robert Matthews - com as únicas filmagens conhecidas

Liberdade Para Matt Hale!


Liberdade para Matt Hale!

Injustamente acusado, trapaceado e aprisionado pelo gulag Judaico-Capitalista de Washington D.C.

Declaramos nossa total solidariedade e apoio a esse incansável guerreiro da Raça Branca, que, em uma dedicação altruísta, trabalhou incansavelmente na divulgação da filosofia da Criatividade e continuou a mensagem e legado de Ben Klassen.

Matt Hale estava engajado na dificílima tarefa de alinhar e limpar o pensamento do Homem Branco contra a perversão judaica, negrófila e cristã e por isso foi vítima de nossos opressores e controladores. Um verdadeiro fiel e mártir de nossa Raça.

Imagens de Matt Hale
Entre em Contato e Apoie Hale

Excelente vídeo sobre Matt Hale:

segunda-feira, 28 de junho de 2010

James Mason, Charles Manson & Nacional-Socialismo Revolucionário



'A conexão com Manson não interrompe, contradiz ou interfere, de maneira alguma, em minhas crenças Nacional-Socialistas - é uma extensão delas' - James Mason






O Caminho de Manson

(Manson’s Way)


James Mason


Manson não consegue compreender porque adultos inteligentes iriam desejar tentar e fingir que isso é a Alemanha em 1933, ou o Sul americano em 1876, ou se envolver em qualquer outra fantasia aos custos da Luta atual. Tendo estado nesse movimento, eu posso compreender – apesar de não ter orgulho disso e sempre ter achado que, ao tentar explicar isso a Manson, o arrependimento fica na minha garganta. A razão da qual Manson não consegue entender isso é porque ele vai pela suposição de que qualquer um que compreende uma parte tão grande da Verdade iria proceder como ele próprio procede: em total honestidade. Aqueles que viram a luz sabem que os operadores dentro do Movimento são notoriamente um bando de falsos DISONESTOS e fazem da Verdade o mais nojento não-serviço com sua mera presença.

É por isso que as pessoas não conseguem – de início – compreender Manson: ele não lida com imagens ou mímica, apenas a realidade, como ela é. A maioria das pessoas não SUPORTA isso. Eles não possuem a capacidade cerebral ou coragem pra isso. Quando eles olham para Manson, eles vêem a si próprios e eles – a não ser que sejam honestos por dentro – ODEIAM ISSO. Então, devido à falta de uma melhor compreensão sobre isso, eles direcionam esse ódio a Manson. É então uma surpresa que recebemos tantas dessas reações vindas da Direita, tendo sido o paraíso que é para tantos covardes e desajustados? Mas a Direita não pode mais oferecer as emoções baratas que costumava oferecer e o número de curiosos está diminuindo pelo caminho. REALIDADE chegou e os negócios para os falsos estão ruins. Se colocássemos um nome humano para representar a realidade, esse nome seria Manson...

Isso não é um culto, mas a realidade da situação. Como Revolucionários Nacional-Socialistas, nós denunciamos e abandonamos a assim-dita ‘idéia de massas’ como sendo inútil. Mas, até mesmo uma minoria deverá chegar à centenas de milhares e, portanto, a meta é tão difícil quanto sempre foi. A diferença agora deverá ser que nós lidaremos corretamente com a situação, perceberemos meticulosamente que medidas serão necessárias e planejaremos de acordo. Apenas um mestre do senso da REALIDADE pode ultrapassar através da ilusão Judaica, determinar o curso correto e definir a ação correta.

Vivendo A Idéia
(Living It)

James Mason

Em essência, a comparação de Manson versus Direitismo é que os grupos de Direita, assim como os indivíduos, 'sonham com a idéia' e brincam com ela, enquanto eles trabalham em seus empregos do Sistema e vivem suas vidas no Estabelecimento (Establishment), enquanto Manson e os que seguem sua idéia A VIVEM, ao cair fora do Sistema e ao atacá-lo. Realmente, o mesmo pode ser dito da Esquerda convencional. Para anexar uma conotação política necessária a isso, ao invés de 'Mansonismo', pode-se dizer Universal Order, em referência a esse novo modo de vida.

A chave é cair fora totalmente do Sistema. Isso apenas já constitui em uma das maiores formas de ataque. Se levarmos em conta que isso afetaria um sistema moribundo pego de surpresa, isolado por uma massa de pessoas muito nervosas e, eventualmente, à sua total mercê. Resistência passiva a la Gandhi, na America? Talvez. Há suas comparações. O Movimento está lutando mais proximamente a uma guerrilha individual contra o Sistema, mas estamos há um longo caminho de derrotar os Porcos do Sistema, como um exército oposto. Ainda assim, nós devemos AGIR AGORA, de uma maneira efetiva, mas sabiamente prudente e apropriada.

Traduzido de Siege, de James Mason

James Mason fala sobre Charles Manson & Adolf Hitler


Edward Abbey: O Ecologista Politicamente Incorreto


Edward Abbey foi um desses raros personagens que apenas aparecem de tempo em tempo. Politicamente e ecologicamente engajado, mas totalmente desenquadrado dos perfís convencionais dos quais foi categorizado. Um ativista ambiental que acreditava que o correto era se jogar lixo nas estradas, pois 'não são as latas de cerveja que são feias; as estradas é que são'. Edward Abbey, apesar de Anarquista, nunca se encaixou no estereótipo politicamente correto, como a maioria dos ambientalistas, mas renegou hippies e pseudo-intelectuais e apoiou causas vistas como altamente politicamente incorretas em seu meio, como a posse de armas e sua oposição à imigração.

Algumas de suas frases famosas:

- Um patriota deve estar sempre preparado para defender sua pátria contra seu governo.

- Se os fins não justificam os meios - o que pode?

- Com amor se implica ódio. O homem que não fica nervoso por nada, não se importa com nada.

- Quando o argumento do filósofo se torna tedioso, complicado e opaco, é porque geralmente é um sinal de que ele está tentando provar como verdadeiro ao intelecto o que é totalmente falso ao senso comum.

- Anarquismo não é uma fábula romântica, mas a realização realista, baseada em cinco mil anos de experiência, que não podemos confiar o gerenciamento de nossas vidas a reis, padres, políticos, generais e comissários.

- A tragédia da guerra moderna é que jovens morrem matando uns aos outros - ao invés de seus verdadeiros inimigos, em sua pátria, comandando o capital.

- Poder é sempre perigoso. O poder atrai os piores e corrompe os melhores.

- Homens crescidos não precisam de líderes.

Nechaev: O Catequismo Revolucionário

I - O revolucionário é um homem com um destino. Não tem nem negócios ou interesses pessoais, nem sentimentos ou afeições, nem propriedade, nem mesmo um nome. Nele tudo está absorvido por um só interesse exclusivo, um só pensamento, uma só paixão: A Revolução.

II - No mais profundo do seu ser, e não somente em palavras, mas também em atos, quebrou todo o laço com a ordem burguesa e o conjunto do mundo civilizado, assim como com as leis, as tradições, a moral e os costumes que têm lugar nesta sociedade. É o inimigo implacável desta sociedade, e, se aí continua a viver, é unicamente para melhor a destruir.

III - Um revolucionário despreza toda a teoria; renuncia à ciência atual e abandona-a para as gerações vindouras. Não conhece senão uma só ciência: a da destruição. É para este fim, e só para este fim, que estuda a mecânica, a física a química e, se a ocasião se apresentar, a medicina. É no mesmo propósito que se dedica, dia e noite, ao estudo das ciências da vida: os homens, os seus caracteres, as suas relações entre eles, assim como as condições que regem em todos os domínios a ordem social atual. O objetivo é sempre o mesmo: destruir o mais rapidamente e o mais seguramente possível esta ignomínia que é a ordem universal.

IV - O revolucionário despreza a opinião pública. Tem desprezo e ódio pela moral social atual, pelas suas diretivas e suas manifestações. Para ele, o que é moral, é o que favoriza o triunfo da Revolução, o que é imoral e criminoso, é o que a contraria....

XIV - O revolucionário pode e deve freqüentemente, viver no seio da sociedade, em vista da sua implacável destruição, e dar ilusão de ser totalmente diferente do que realmente é. Um revolucionário deve procurar entradas em toda a parte, na alta sociedade como na classe média, nos comerciantes, no clero, na nobreza, no mundo dos funcionários, dos militares e dos escritores, na polícia secreta e até no palácio imperial...

XVII - A segunda categoria compreende aqueles a quem se deixa provisoriamente a vida, e cujos atos sublevarão a indignação do povo e o conduzirão inevitavelmente à revolta.

Leia O Catequismo Revolucionário completo em Terror Político

Max Stirner


- Qualquer um que se tornará livre deve libertar-se por si próprio. Liberdade não é um presente das fadas que cairá no colo do homem. O que é liberdade? Possuir a vontade de ser responsável por si próprio.

- Força é uma coisa boa, e útil para vários propósitos; porque ‘se vai mais longe com um pouco de força do que com um monte de direitos’.

- O Estado chama sua própria violência de lei, mas a do indivíduo de crime.

- Agora, no contrário, quando todos se cultivarem como homens, condenar um homem a um trabalho quase mecânico é o mesmo que escravidão. Se um operário deve se cansar até a morte por doze horas ou mais, ele está impedido de se tornar um homem. Todo trabalho deve ter o propósito de que o homem seja satisfeito (...). Seu trabalho não é nada por si próprio, não é objeto por si próprio, nada completo em si próprio; ele trabalhar para as mãos de outro, e é usado (explorado) por esse outro.

- Eu digo: liberte-se o máximo que conseguir, e você terá feito a sua parte; porque não é para todos quebrar através de todos os limites, ou, mais claramente, não é o limite de cada um, o mesmo limite do resto. Conseqüentemente, não se canse lutando com os limites dos outros, o suficiente é você destruir os seus. (...) Aquele que supera um de seus limites pode ter mostrado aos outros a maneira e os meios; a superação do limite deles é assunto deles.

- Se um homem põe sua honra primeiramente sobre si próprio, conhecendo a si próprio, aplicando a si próprio, em independência, auto-desenvolvimento, e liberdade, então ele tenta se livrar da ignorância que faz de um objeto estranho e impenetrável uma barreira e um impedimento ao seu autoconhecimento.

A Evolução de Tom Metzger

"Em 1980, eu sai da Klan porque eu não me sentia mais como um cristão e eu achava que o programa deles era muito reacionário e precisávamos ir um pouco para a Esquerda. Então eu formei a White Aryan Resistance.

"Nós costumávamos nos chamar de Terceira Via, nem Capitalismo, nem Comunismo, mas no meio. Eu estou mais interessado em Socialismo Ariano. Não Nacionalismo, ou Nacional-Socialismo, porque é muito restritivo. Eu acredito em cooperação mundial entre Brancos - entre pessoas de origem européia. Aí comecei a ir mais para esse lado e me tornei muito mais anti-Capitalista e percebi que aquela coisa Comunista estava acabando, e não era a mesma ameaça que o Capitalismo era -- Capitalismo predatório. Hoje eu passei pra um lado em que sou totalmente contra as corporações transnacionais, eu os vejo como nossos amargos inimigos e fui muito para a Esquerda através dos anos".

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Arte Subversiva Branca

Tom Metzger: Socialismo Ariano & O Que Você Ainda Não Entendeu Sobre o Sistema?


Não se esqueça que também existia o Socialismo Ariano. Foram os Judeus que o perverteram. Até hoje, com toda a crítica ao Socialismo, na verdade é o Capitalismo usando armas Socialistas que é o inimigo. E você nunca irá eliminar os programas Socialistas Judaicos sem atacar a liderança Capitalista.

A Direita não consegue ser séria. Eles passam o tempo apoiando o Capitalismo porque os Socialistas de Esquerda são contra. Por que eles não concordam que os esquerdistas Socialistas estão corretos em atacá-lo?

Novamente, não se esqueça que Socialismo Ariano veio antes do Socialismo Esquerdista Judaico!


O Que Você Ainda Não Entendeu Sobre o Sistema?

Se até agora você ainda não sabe que todo o sistema governamental é uma gigantesca empresa criminosa, então eu não sei mais o que te dizer. Se você se depara com isso e fica chocado -- que há enorme atividade criminosa em todos os níveis do governo -- então você precisa de um pouco mais de experiência.

Você deve compreender que o Sistema (eu não irei dizer governo) irá usar qualquer método, justo ou não, para suprimir a oposição, seja fora ou dentro do país, seja branca, negra, mestiça, asiática, árabe, etc.

É simplesmente sobre poder - o que você ainda não entendeu? Eles possuem o poder -- nós não. Então até nós conseguirmos alguma forma de poder, eles farão o que bem quiserem. Mesmo enquanto o império começa a se despedaçar. É no fim, quando eles estão se despedaçando, que são ainda mais perigosos.

Todos os governos, por natureza, mentem, trapaçam, torturam e matam. Alguns simplesmente fazem menos do que outros. Se você enxerga isso como qualquer outra coisa além de guerra de gangues, você ainda está no cercadinho de crianças.

domingo, 20 de junho de 2010

Dançaremos Pelo Declínio


Que a Sociedade moderna se converta em uma grande fogueira!!

A Família na Luta Racial

"E quanto ao terrorismo? São Paulo disse que era melhor não se casar, mas permanecer solteiro como ele. No entanto, isso não era um mandamento de Deus, mas apenas um conselho. O motivo do qual Paulo escreveu isso era porque no momento ele era um prisioneiro devido às suas atividades religiosas (políticas). Ele estava aconselhando aqueles de seus dias a esperarem o mesmo e não comprometer outros a não ser que estivessem totalmente preparados para compartilhar o mesmo destino. Não se pode esperar ser um revolucionário e não ser aprisionado. Não se pode ser um revolucionário e esperar viver uma existência normal. Isso não exclui a idéia de família, mas a exclui em um senso socialmente aceitável. Famílias também podem ser usadas pelo Sistema como isca ou reféns contra o revolucionário.

"Assim sendo, é provavelmente melhor que um Revolucionário Branco permaneça solteiro - pelo menos nos olhos do Estado - e mulheres que desejem um papel ativo no terrorismo contra o Sistema não podem se dar ao luxo de possuírem filhos dependentes. A moral do movimento deve se adequar à pessoa e às especialidades das operações envolvidas."

- Perry Warthan (National Socialist Liberation Front)

É muito comum nos círculos sociais raciais da falação - especialmente Nacional-Socialistas conservadores sem o menor conhecimento histórico - a superestimação da “família Ariana”. Conceitos como de que "a base do Nacional-Socialismo é a família", "Nacional-Socialistas de respeito são pais ou mães de família" e outras baboseiras do tipo são popularmente disseminadas. Obviamente que não estamos criticando a "instituição" natural e que deveria ser saudável que é a família, mas o seu papel na Luta Racial, o fardo e o risco que ela se torna quando estamos tratando de atividades revolucionárias perigosas, qualquer atividade revolucionária contra a ordem estabelecida, de qualquer caráter.

Um fato de conhecimento comum que os NS modernos parecem esquecer (ou ignorar?) totalmente é que Adolf Hitler jamais teve filhos, ou sequer se casou propriamente. O fato é que Adolf Hitler e seus camaradas Nacional-Socialistas (solteiros) de seus tempos eram revolucionários radicais, o fato é que o NSDAP foi ilegalizado na Alemanha da República de Weimar, o fato é que Mein Kampf foi escrito NA PRISÃO depois de uma tentativa violenta de golpe de Estado em que muitos morreram. Os revolucionários Nacional-Socialistas estavam conscientes da prática revolucionária e eles sabiam que não poderiam correr riscos caso possuíssem uma família e filhos dependentes de sua provisão. Se os NS alemães tivessem todos casados até 1933, nenhuma revolução teria acontecido, nenhum risco teria sido tomado.

Isso sem nem menos levar em conta que uma das grandes causas da indiferença do Branco quanto a nossa situação atual acontece devido ao egoísmo e limitação de suas preocupações com o bem-estar e condições de si próprio e sua família apenas. O que já havíamos chamado de 'casulo social', aonde todo seu mundinho é confinado na rotina mundana diária. Além de que maioria das famílias modernas já começam como um centro de doutrinação politicamente correta que condiciona muitos a traidores raciais. Quase todos os Racistas enfrentam a oposição da própria família às suas idéias raciais. A "família Ariana" moderna está bem longe de ser a base do Nacional-Socialismo, da sociedade Branca ou o que quiserem chamar, mas, em grande parte, uma das causas da decadência e egoísmo perante à Raça Branca.

Quando tratamos de atividades revolucionárias, especialmente de natureza ilegal, estamos lidando com o risco e possibilidade de perseguição e aprisionamento por parte do Estado - as coisas deixam de ser uma brincadeira. A família se torna um empecilho e revolucionários, insurgentes e rebeldes devem estar livres de qualquer vínculo físico ou material com outras pessoas, ou permanecerão fisicamente fixos e vulneráveis. Procriar ou possuir dependentes encerrará suas ações como Lobo Solitátio.

Sabotagem & Inconformismo ao Sistema Anti-Branco

Jamais se esqueça de que estamos vivendo em uma sociedade multirracial decadente, corrupta, doente e egoísta que é o inverso de absolutamente tudo que a Raça Branca deveria considerar correto & saudável. Jamais caia na armadilha conservadora e patética de 'ser um exemplo' (leia-se bom menino do Sistema) ou de jogo justo de acordo com as regras do inimigo.

Esse conceito suicida e triste de 'ser um exemplo' constitui em aceitar, abraçar e promover a absoluta infelicidade e estresse do trabalho alienado que apenas suprime o espírito criativo & livre Ariano e benefícia patrões sanguessugas, políticos mentirosos e traidores, o exército do Sistema, a polícia, etc. Todos, sem dúvidas alguma, nossos inimigos. Ninguém possui dever moral algum de se conformar ou se adequar às regras do opressor e 'ser um exemplo' do modo que eles desejam. Isso é uma armadilha ilógica e prejudicial.

Rebelar é a única alternativa saudável para esse tipo de situação. Jamais garanta a nenhuma autoridade ou poder moral às instituições podres da maquina do colapso. Jamais respeite moralmente suas regras.

Sabotagem não é só uma opção, mas um dever moral quando se é claramente atacado pelo Estabelecimento - fazer o contrário constitui na colaboração com o opressor. Mao Tsé-Tung disse que não é ruim, mas bom quando o inimigo nos ataca, porque assim se cria uma linha de hostilidade clara entre nós e eles e isso faz alguns a lutar com mais força e afinco. O ódio ao inimigo também é saudável, o homem Branco sem ódio é como um tigre sem dentes e garras (Ben Klassen).

Sabotagem é a compreensão e identificação de um inimigo que está a um nível de poder superior ao seu e é a maneira de desviar esse mesmo poder para um caminho redundante ou inútil. Não pague impostos, não dê nenhuma informação ao Sistema que possa ser evitada, não colabore com a polícia, não dê seu consentimento ou aprovação moral aos políticos através do voto, não forneça informações pessoais aos bancos, não faça empréstimos e se possível expropriar do governo ou de grandes empresas, faça. Esses são os mesmos desgraçados que estão inundando nossos países Brancos com trabalhadores marrons do terceiro mundo como mão-de-obra barata. Quando você luta contra um inimigo mais poderoso nos termos deles, você perde.

O Sistema do Kapital tenta nos controlar e nos reprimir ao seu estilo de vida de trabalho-produção-consumo todos os dias, a fim de manter um formigueiro cheio de trabalhadores previsíveis agindo de acordo com seus horários e seus relógios, criando mais dívida e ficando cada vez mais acorrentados e enterrados. Uma civilização de escravos assalariados, escravos modernos, escravos do capital, escravos do sistema financeiro, escravos Brancos.

Caia fora desse modo de pensar e caia fora desse estilo de vida. Nenhum desses trabalhos possui qualquer tipo de intenção de melhorar ou colaborar com a nossa Raça. Enquanto há 100 anos atrás existia uma minoria de patrões e as enormes massas de trabalhadores oprimidos e sem direitos, depois da Segunda Grande Guerra passamos para uma era em que também seria possível consumir, a era do consumo egoísta e alienado. Repetindo, nada disso tem nada a ver com a sobrevivência ou bem-estar da nossa raça, mas apenas fortalece o sistema comercial e financeiro de nossos controladores. Faça o possível para evitar essa desgraça, frustração e estresse diário e ser mais uma formiguinha obediente e previsível. Não exija nem espere nada de seus inimigos, quando você faz isso está apenas lhes concedendo uma autoridade moral quase paterna sobre seu destino.

Evite pagar em prestações ou pegar empréstimos, evite transações comerciais que possam lhe prender de qualquer forma a algum lugar ou um modo de vida (comprar uma casa parcelada lhe prenderá ao mesmo trabalho, mesma habitação, mesma cidade, mesmo estado, mesmo estilo de vida, mesma convivência social por um bom tempo). Evite assinar qualquer tipo de contrato, não crie vínculos ou dívidas financeiras. Ao alugar um apartamento, tente pagar mês a mês, em dinheiro. Evite comprar qualquer coisa (de roupas à eletrodomésticos) que sejam mais caras do que outras de mesma qualidade. Vá a lojas de roupas e livros usados, você só não encontrará material de ótima qualidade como não terá o peso na consciência de ter financiado o inimigo (marcas de roupas que promovem multirracialismo, livrarias de donos Judeus, etc.), todos os detalhes contam.

Essas são coisas que podem ser feitas por qualquer indivíduo sem nenhuma dependência de terceiros ou de uma Revolução Racial. Isso é apenas parte da questão. É o início da sua emancipação mental, independência espiritual, financeira e física do Sistema robótico do século XXI.

Anarquia: Jules Bonnot


Parte de uma pequena biografia sobre o Anarcoindividualista e Ilegalista francês Jules Bonnot. Vale a pena apontar que os anarcoindividualistas (não confundir com individualista no sentido de egoísta ou materialista) não tomam parte mas consideram idiota as atividades anti-racistas dos anarco-chicletinhos modernos, além de acreditarem mais na auto-libertação e emancipação individual, em contraste com muitos dos movimentos sindicalistas que, no fim das contas, apenas 'substituem o patrão'.

O Anarcoindividualismo fundado por Max Stirner influenciou inúmeros filósofos e pensadores - incluindo Nietzsche - e inspirou muito de nossa 'Ética Pirata'. Bonnot, como será mostrado, também foi um rebelde nato e um Ilegalista ativo & radical, aonde já criamos uma ponte com Revolucionários Raciais como Tommasi, Robert Matthews & The Order, Scott Stedeford, etc. Ou seja, uma quebra radical e física de sabotagem ao Sistema.

Este é o primeiro de uma série de artigos sobre Anarquismo - o que pode parecer contraditório ou 'confuso' aos dogmáticos sem pensamento próprio ou aos não familiarizados com essa importantíssima corrente de ação e de pensamento que, infelizmente, hoje em dia, é representado por indivíduos politicamente corretos que não possuem contato nenhum com a realidade ou qualquer conhecimento sobre a própria origem de um pensamento que claramente possuia um caráter étnico. Os Anarquistas sérios e legítimos sabiam que apenas sociedades etnicamente homogêneas, orgânicas e saudáveis poderiam operar sem uma força coerciva externa e imposta, mas seriam reguladas naturalmente através dos costumes e tabus oriundos de uma história em comum, apoio mútuo e associação voluntária, além do fato de que sociedades multirraciais são fruto do Sistema de produção capitalista.

Há muito da história do Anarquismo que deve ser conhecida e estudada por nós.

Jules Bonnot

Jules Bonnot (Pont-de-Roide, 14 de Outubro de 1876 — Paris, 28 de Abril de 1912) foi um anarquista ilegalista francês famoso por seu envolvimento na organização anarquista criminosa apelidada de Bando Bonnot pela imprensa francesa. Visto por ele próprio como um profissional do crime avesso a carnificinas, tinha como método enganar e iludir seus alvos. Quase sempre passando por empresário, seu gosto por roupas caras lhe valeu o pseudônimo Le Bourgeois (o burguês) entre seus companheiros.

Primeiros anos

Bonnot nasceu em 14 de Outubro de 1876 em uma família de operários em Pont-de-Roide, cidade no departamento francês de Doubs (o mesmo departamento natal do anarquista Pierre-Joseph Proudhon). O pequeno Jules então com dez anos ficou aos cuidados de seu pai e sua avó paterna. Analfabeto e vivendo em uma época em que os direitos trabalhistas inexistiam, às custas de muito esforço seu pai conseguia trazer somente o necessário para a sobrevivência da família, e por vezes nem mesmo isso.

Vivendo uma infância em clima de insegurança e necessidades constantes, sem perspectivas de futuro, o jovem Jules foi mandado para escola por sua família, mas não tendo um bom desempenho acabou por abandoná-la. Aos catorze anos começou a trabalhar como aprendiz em uma fábrica. Função que não o motivava por considerar um trabalho penoso e mal remunerado, superexploração. Por fim brigou com seu patrão e foi demitido.

Juventude

Conseguiu outros empregos que também não duraram muito tempo. Em 1891, com quinze anos, Bonnot é condenado à prisão pela primeira vez pelo roubo de algumas escovas de cobre da fábrica onde trabalhava. Mais tarde, em 1895, é encarcerado por agredir um policial em um baile. Após um desentendimento em um café, Bonnot acabaria preso novamente por três meses por obstrução da lei ao reagir à agressão de um policial com ofensas verbais e físicas. Ao ser solto, Jules Bonnot procura por seu pai que se recusa a deixá-lo entrar em sua casa fechando a porta em sua cara.

Aos 21 anos sem lugar para ir ou emprego que o sustentasse, Bonnot foi obrigado a se alistar no serviço militar, servindo na infantaria da França durante três anos. Lá atua principalmente como mecânico de carros e caminhões, mas revela-se também um excelente atirador, de precisão impressionante no tiro com rifle. No exército também adquire noções de química e manipulação de explosivos. Deixa o exército em 1901 possuindo patentes de soldado de primeira classe.

Contato com a Anarquia e problemas familiares

Naquela época Bonnot começa a militar pelo anarquismo na companhia férrea em que trabalha, sendo demitido devido sua atividade política, que fará com que nenhuma outra empresa queira contratá-lo. Muda-se com a esposa para a Suíça onde consegue um emprego de mecânico em Genebra. Sua mulher fica grávida, mas a bebê cujo nome seria Émilie morre alguns dias depois do parto.

A morte do filho abala Bonnot, que, não muito tempo depois, é demitido por seu patrão após acertá-lo com uma barra de ferro na cabeça. Desempregado passa a dedicar mais tempo à militância anarquista e adquire a reputação de agitador, motivo pelo qual é expulso da Suíça.

Sua habilidade como mecânico lhe permite encontrar rapidamente um emprego na oficina de um grande fabricante de automóveis em Lyon. Em Fevereiro de 1904 sua mulher dá à luz uma segunda criança. Malgradado em péssima situação financeira, as convicções políticas de Bonnot se mantém vivas e ele segue denunciando as injustiças sociais, participando de greves, irritando os membros da classe patronal e devido a essas ações passa a ser perseguido. Decide abandonar Lyon e ir para Saint-Étienne.


Conhecendo os ilegalistas

Após a traição e o abandono da mulher, Bonnot se aproxima ainda mais dos círculos anarquistas, principalmente da vertente ilegalista. Ao mesmo tempo se afasta do sindicalismo revolucionário. Em 1906 de volta a Lyon onde faz contato com diversos grupos anarcoilegalistas da região. Entre estes se associa a um grupo de italianos especializado em falsificações. Um de seus membros, Giuseppe Platano acaba por se tornar seu principal parceiro em diversas ações.

Com a chegada de Bonnot, além da falsificação de peças de dez francos, o grupo realiza uma série de pequenos furtos e roubos, eventualmente utilizando conhecimentos sobre automóveis - que a época ainda eram muito raros, considerados artigos de luxo, para roubá-los. Naquele mesmo ano Bonnot abre duas oficinas que utiliza como fachada para uma série de roubos que comete junto com Platano.

Vão progressivamente centrando sua atenção nas práticas de roubo de carros de luxo na França e na Suíça. Nesta época Bonnot começa a se disfarçar de homem de negócios com objetivo de visitar as casas de ricos advogados em Lyon. Através dessas visitas, ele mapeia as mansões para que depois ele e seus companheiros possam voltar e assaltá-las. Graças a essa tática ganha o apelido bourgoeis (burguês).

Em 1910 por motivos desconhecidos, Bonnot acaba indo para Londres. Naquela cidade consegue um emprego como chofer de Sir Arthur Conan Doyle, o "pai" de Sherlock Holmes, graças a sua destreza na direção que lhe será de muito maior utilidade em sua aventura ilegalista. Seu ilustre patrão só viria descobrir que seu chofer Jules se tornara o lendário anarcoilegalista no ano de 1921.

Fonte